
O TAT (turnaround time) é o tempo entre o cadastro da requisição na recepção e a liberação do resultado. É o número que mais se aproxima da experiência do paciente, e o que os contratos com hospitais costumam cobrar.
As etapas que formam o TAT
- Cadastro: o paciente é registrado e os exames são incluídos.
- Coleta: o material é coletado e identificado.
- Triagem: a amostra é separada e encaminhada ao setor técnico.
- Análise e liberação: o resultado é obtido, conferido e liberado.
Medir cada etapa separadamente evita o erro mais comum: culpar o setor técnico por um atraso que nasceu na coleta.
TAT e SLA analítico não são a mesma coisa
O SLA analítico mede só o tempo de bancada, do resultado registrado até a liberação. O TAT mede o ciclo completo, da entrada na recepção até o laudo. Acompanhe os dois: o primeiro mostra a eficiência do setor técnico, o segundo mostra o que o paciente sente.
Três formas de reduzir o TAT
- Rastreabilidade da coleta: registrar o momento exato da coleta mostra quanto tempo a requisição fica parada entre o cadastro e a coleta.
- Interfaceamento com os equipamentos: o resultado chega do analisador ao sistema sem digitação, e sem o risco de erro que ela traz.
- Liberação automática: resultados que passam pelas regras de autovalidação (valores de referência e comparação com o histórico do paciente) são liberados sem clique manual, e a equipe se concentra nos que pedem análise.
Defina um prazo por setor
No LIS Bitlab cada setor técnico tem seu limite em horas para rotina e para urgência. Esses prazos alimentam o acompanhamento em tempo real e os relatórios de tempo total, e mostram onde há atraso antes que o paciente reclame.
Comece escolhendo um exame de alto volume, meça o TAT por uma semana e identifique a etapa mais lenta. É por ela que vale começar.
Quer ver isso na prática? Agende uma demonstração do LIS Bitlab.
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Qualidade · 5 min
Tecnologia · 6 min