
Interfaceamento é a comunicação direta entre o sistema do laboratório (LIS) e os equipamentos de automação. O LIS envia ao analisador quais exames cada amostra precisa, o equipamento processa e devolve o resultado, que volta ao LIS pronto para conferência e liberação.
Como funciona, passo a passo
- A amostra é triada e entra no setor técnico; o LIS disponibiliza os exames a realizar.
- O equipamento lê o código de barras do tubo e consulta quais exames fazer.
- Concluída a análise, o equipamento devolve os resultados ao LIS.
- Regras configuradas sinalizam alertas e resultados fora do esperado; os demais podem ser liberados automaticamente.
No LIS Bitlab o exame passa por situações claras ("enviado ao interfaceamento", "recebido do interfaceamento", "reenvio solicitado"), e a equipe vê em que ponto cada exame está.
Tipos de conexão
- Serial (cabo): tradicional e estável, exige configuração específica por equipamento.
- Rede: mais flexível e rápida, depende de uma boa infraestrutura de TI.
- Arquivo de texto: usada por equipamentos mais antigos, ainda eficaz quando não há outra opção.
O que o laboratório ganha
- TAT menor: o sistema processa muito mais dados em menos tempo que a digitação.
- Mais segurança: sem digitar exames no equipamento nem resultados no sistema, cai a chance de erro.
- Rastreabilidade: o lote do reagente em uso fica vinculado às amostras processadas.
- Produtividade: o mesmo time atende uma demanda maior.
Vale para qualquer porte
Na maioria dos casos a instalação pode ser feita remotamente, o que reduz o custo e torna o interfaceamento viável também para laboratórios pequenos. Ao comparar sistemas, pergunte quais equipamentos já têm integração e como é o suporte a um modelo novo.
Quer ver isso na prática? Agende uma demonstração do LIS Bitlab.
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