
A maior parte dos problemas que chegam ao laudo nasce antes da bancada: identificação trocada, amostra que não chegou, transporte fora da temperatura. A rastreabilidade da fase pré-analítica serve para saber, a qualquer momento, onde cada amostra está e o que aconteceu com ela.
Desenhe o caminho da amostra
Liste cada etapa que a amostra percorre no seu laboratório, da requisição ao descarte:
- Cadastro da requisição e geração das etiquetas
- Coleta, com identificação de quem coletou e quando
- Transporte, entre postos ou até o laboratório central
- Recebimento e conferência
- Triagem e distribuição por setor
- Armazenamento e descarte
Identifique cada amostra com código de barras
A etiqueta com código de barras impressa no momento do cadastro elimina a digitação de números e permite registrar cada passagem com uma leitura. Cada leitura vira um registro: quem, quando e em que etapa.
Registre também o que deu errado
Pendências de coleta, amostras recebidas fora do prazo e pedidos de nova coleta são dados valiosos. Com motivo registrado, dá para atacar a causa (um posto, um horário, um tipo de tubo) em vez de apenas corrigir o caso.
Cuide da temperatura
Material transportado em caixa térmica e amostras em refrigeradores precisam de registro de temperatura. O monitoramento com rotina diária, ou sob demanda para caixas de transporte, mostra que a cadeia foi mantida.
Três indicadores para começar
- Tempo entre coleta e recebimento
- Percentual de amostras com pendência ou recoleta
- Amostras recebidas fora da temperatura ou do prazo
Com esses três números por mês você já enxerga onde a fase pré-analítica perde qualidade e onde investir primeiro.
Quer ver isso na prática? Agende uma demonstração do LIS Bitlab.
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Gestão · 5 min
Qualidade · 5 min