Emitir a Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e) é parte da rotina de qualquer laboratório que presta serviço a pessoas jurídicas e, em muitos municípios, também a pessoas físicas. Fazer certo evita multa; fazer na mão consome horas.
Por que automatizar
- A nota é montada a partir da requisição, da fatura do convênio ou de forma avulsa, sem redigitar tomador e valores.
- Impostos e retenções são calculados pelas regras do município, e a memória de cálculo fica visível.
- A nota pode ser enviada ao cliente por e-mail.
Onde está a complexidade
- Pessoa física ou jurídica: as exigências e as retenções mudam conforme o tomador (CPF ou CNPJ).
- Vários tributos: ISSQN, PIS, COFINS, IRPJ e CSLL, cada um com alíquota e regra de retenção próprias. Podem ser configurados por posto de coleta, e por faixa de faturamento quando necessário.
- Certificado digital: a emissão exige certificado válido. O sistema mostra a situação dele (em dia, perto de vencer, vencido) para você renovar a tempo.
- Cancelamento: as regras são definidas por cada prefeitura, então vale conhecer a norma do seu município.
Como a nota anda no sistema
A nota é gravada como pendente, segue para a prefeitura e volta autorizada. Uma lista mostra as pendentes de envio, as transmitidas e o retorno da prefeitura, com o histórico de cada nota. Assim a equipe vê o que está parado sem abrir o site da prefeitura.
Dica: confira o vencimento do certificado digital hoje. Um certificado vencido trava a emissão de todas as notas.
Quer ver isso na prática? Agende uma demonstração do LIS Bitlab.
Agendar demonstração
Gestão · 5 min
Qualidade · 5 min