
Amostras, reagentes e controles dependem de temperatura certa. Uma variação pode comprometer um resultado, e com ele a decisão clínica sobre o paciente. Por isso o controle térmico é item obrigatório em qualquer auditoria de qualidade, e ainda é feito, em muitos laboratórios, com planilhas de papel penduradas nos equipamentos.
O que o módulo faz
- Cadastro livre dos ativos: geladeiras, freezers, estufas, banhos-maria e caixas térmicas, cada um com sua faixa de segurança (mínima e máxima em ºC) e, se for o caso, leitura de umidade.
- Rotinas de leitura: dias e horários em que cada ativo deve ser medido, com pendências para quem esqueceu.
- Alertas de desvio: uma leitura fora da faixa é sinalizada na hora e gera notificação para os usuários responsáveis.
- Motivo da variação: o operador registra a causa, e as manutenções preventivas e corretivas ficam anotadas junto ao ativo.
- Histórico e gráficos: temperatura mínima, atual e máxima ao longo do tempo, prontos para uma auditoria.
Rotina fixa ou sob demanda
Equipamentos de bancada seguem uma agenda de leituras. Já caixas de transporte são medidas apenas quando estão em uso: o modo "sob demanda" evita pendências e registros vazios nos dias em que a caixa está parada.
O ganho
Menos papel, leitura mais rápida, desvios tratados no mesmo dia e um histórico organizado para mostrar ao auditor que a cadeia foi mantida.
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