
Um laboratório usa, ao mesmo tempo, o sistema de gestão, o laboratório de apoio, a prefeitura, o banco, os convênios e, às vezes, o SUS. Quando esses mundos não conversam, alguém digita a mesma informação duas vezes, e a cada digitação cresce a chance de erro, de retrabalho e de atraso no resultado.
O custo de não integrar
- Tempo da equipe gasto em transferência manual de dados.
- Erros de digitação que chegam ao laudo, ao faturamento ou à nota fiscal.
- Decisões tomadas com informação desatualizada.
As integrações mais comuns
- Laboratórios de apoio: o pedido segue por web service, o resultado volta ao sistema e pode ser liberado conforme regras definidas. O LIS Bitlab trabalha com os layouts de vários laboratórios de apoio, com credenciais configuradas por posto de coleta.
- Prefeitura (NFS-e): a nota fiscal de serviço é montada a partir da requisição ou da fatura do convênio, com cálculo de impostos e retenções e uso do certificado digital do laboratório.
- Bancos (boletos): emissão de boletos e conciliação das baixas, acompanhadas dia a dia, sem conferir extrato manualmente.
- Convênios: regras de preenchimento na recepção (carteirinha, guia, CID, senha de autorização), faturamento no padrão TISS e conexão com a autorização dos convênios.
- SUS: procedimentos da tabela SIGTAP e exportação do BPA; para agravos de notificação compulsória, o sistema exige os dados que alimentam o SINAN e a RNDS.
O que perguntar ao escolher um sistema
- Quais laboratórios de apoio já têm integração pronta, e quanto tempo leva para incluir um novo?
- A nota fiscal sai do próprio sistema, com os impostos do município calculados?
- Boletos são emitidos e conciliados sem sair do sistema?
- O faturamento de convênios segue o padrão TISS?
- Quem faz a manutenção quando um parceiro muda o layout?
Comece pela integração que mais consome tempo hoje. Em geral é a que mais devolve horas à equipe.
Quer ver isso na prática? Agende uma demonstração do LIS Bitlab.
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Gestão · 5 min
Qualidade · 5 min