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Gestão de caixas: segurança para o dinheiro do laboratório

Abertura, fechamento, estorno e conciliação sem brechas para erro ou fraude.

GestãoPublicado em 11 de março de 2024Atualizado em outubro de 20264 min de leituraPor Equipe Bitlab
Ilustração de atendente em balcão com caixa registradora, cadeado fechando um livro de caixa com checklist e calendário

Cada pagamento recebido na recepção passa pelo caixa. Quando o caixa é bem controlado, o laboratório sabe quanto entrou, por quem e quando. Quando não é, as diferenças aparecem no fim do mês, e achar a origem custa caro.

O ciclo do caixa

  • Abertura e fechamento por operador (modelo manual) ou um caixa diário compartilhado pela unidade (modelo automático).
  • Recebimento das ordens de serviço da recepção e da entrega de resultados, em várias formas de pagamento.
  • Sangria e suprimento para retirar ou repor dinheiro com registro.
  • Prestação de contas no fechamento, com apuração de sobras e faltas.

Três regras que protegem o caixa

  1. Caixa fechado não se altera. Depois de fechado e conciliado com o financeiro, ele vira ponto de referência: o dinheiro fica rastreável e some a possibilidade de ajuste retroativo.
  2. Cada movimento vai para o caixa do dia em que aconteceu. Mesmo que alguém registre depois, o lançamento é feito na data da operação, e o estorno aparece junto da transação original.
  3. Estorno só com justificativa. A reversão reabre o saldo na requisição e fica registrada na auditoria, com quem fez e por quê.

Caixa vencido é caixa de risco

Se um caixa manual passa dos dias permitidos sem ser encerrado, o sistema bloqueia novos pagamentos até ele ser fechado e conferido. É um incômodo pequeno que evita um problema grande.

Conciliação contínua

Com o caixa integrado ao módulo financeiro, o que foi recebido na recepção já chega ao contas a receber, sem digitar duas vezes e sem divergência entre os dois lados.

Quer ver isso na prática? Agende uma demonstração do LIS Bitlab.

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