O boleto continua sendo uma das formas de cobrança mais usadas por laboratórios, principalmente para convênios e empresas. Emitir é simples; o trabalho está em acompanhar quem pagou e evitar erros e golpes.
Como funciona
O laboratório é o cedente: define valor, vencimento e juros. O cliente é o pagador. Com a conta cadastrada, basta gravar os dados: o boleto pode ser impresso, enviado por e-mail ou compartilhado como link de pagamento.
O que o sistema automatiza
- Registro no banco logo após a emissão, sem acessar o internet banking.
- Várias contas e bancos no mesmo lugar, para quem trabalha com mais de uma instituição.
- Retorno bancário: a confirmação do registro e os pagamentos voltam em arquivo, e o status de cada título (registrado, liquidado) é atualizado sem digitação.
- Relatórios de boletos e liquidações para o faturamento e o financeiro, sem planilha.
Como se proteger de boleto falso
Golpistas imitam empresas reais e enviam boletos adulterados por e-mail, mensagem e SMS. Algumas precauções valem para quem paga e para quem cobra:
- Confira o nome do favorecido e se é o mesmo da empresa que cobra.
- Confira o código do banco, que são os três primeiros dígitos da linha digitável.
- Desconfie de boletos recebidos por canais que a empresa não costuma usar.
- Evite pagar em Wi-Fi público e confirme que o site abre em HTTPS, com cadeado.
- Envie os boletos do laboratório sempre pelo mesmo canal e avise seus clientes qual é.
Se cair em um golpe: guarde o boleto e o comprovante, preserve a conversa, avise o seu banco e o banco do favorecido, comunique a empresa imitada e registre um boletim de ocorrência.
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